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Reprodução In Vitro
A produção de embriões in vitro (PIV) tem a capacidade de gerar maior quantidade de filhos de fêmeas excelentes que a transferência de embriões. Através da laparoscopia ocorre a recuperação de oócitos, na qual permite repetir o procedimento na mesma doadora maior quantidade de vezes que a recuperação de embriões por lavagem uterina, sendo esse um procedimento cirúrgico que deixa seqüelas (aderências) que limitam sua repetibilidade na mesma doadora. A PIV permite produzir progênies a partir de matrizes de alto valor genético em condições que a TE não seja possível, como é o caso de animais pré-puberes, senis(velhos), gestantes, doadora que tenha perdido sua fertilidade e não respondem mais aos protocolos de superovulação e de ovários de animais valiosos que tenham morrido.
Essa técnica envolve ao menos quatro etapas que são a coleta dos oócitos, a maturação in vitro, a fertlização in vitro e o cultivo in vitro até o estágio de desenvolvimento compatível com a transferência ao útero da receptora.
A limitação mais importante é a necessidade de ter um laboratório fixo equipado, com profissionais altamente qualificados e que tenham índices satisfatórios na produção de embriões e gestação em escala comercial que justifique a relação custo-benefício. |